Um Mochileiro sem Fronteiras
Uma brisa incontrolável
Para saber exatamente quem eu sou, precisamos nos conhecer pessoalmente. Isso mesmo! Sinta-se convidado, já que uma das coisas boas da vida é conhecer novas pessoas, pois sempre podemos aprender muito uns com os outros. Sei lá, por mais que eu escreva aqui, só quando estivermos frente a frente você poderá tirar as próprias conclusões. De qualquer forma vou falar um pouco sobre o que eu conheço do Eber…
Um garoto de 23 anos como muitos outros, cheio de sonhos e ideais. Na verdade, ele descobriu que é o cara mais feliz do mundo! Tudo vai de como você encara as coisas. Apesar de todos os problemas que enfrenta, procura sempre pensar que existem pessoas em situações bem piores do que a dele, além disso, não tem o direito, nem fortes razões para dizer que é infeliz! O garoto já viveu momentos impagáveis na vida, momentos que marcaram e o tornaram o que é hoje. Pode ser um pôr-do-sol em Santorine, um luar no Marrocos, trabalhando com ajuda humanitária, um barulho de cachoeira convidativo, uma música legal tocada no violão, a gargalhada de um amigo, uma tarde surfando ou assistindo o movimento das ondas, um banho de chuva, um bate papo agradável com alguém em alguma parte do mundo…
Tudo pra ele é um momento único, por isso procura curtir o máximo que puder de tudo que rolar! Como já disse, Eber nunca precisou de muitos bens ou dinheiro para viver grandes aventuras. Às vezes o simples fato de ter conseguido retornar para o seu lar em paz depois de um dia de trabalho árduo, já é um grande motivo para abrir o melhor champagne e comemorar, nem que seja sozinho mesmo.
Quando lhe disseram: “O dinheiro tem que trabalhar para você”, seguiu à risca! Mas não pense que ele tem pretensão de fazer grandes fortunas, nem gastar rios de dinheiro em grandes hotéis de luxo pelo mundo. Não quer ter grandes preocupações na vida com essas coisas. Prefere viver o lado mais rústico e aventureiro disso tudo. Mochila nas costas, às vezes uma grana contada no bolso e pé na estrada. Parece que quanto menos se tem, mais se vive.
=D
Uau! Acho que se não fossem as viagens que fiz sozinho, jamais conseguiria responder essa pergunta, ou talvez cometesse uns equívocos bizarros! =D
No final de tudo, creio que as maiores regras da vida sejam: vivê-la de verdade e fazer o possível para ajudar aqueles que precisam. Ainda quero dar a volta ao mundo e ser um voluntário em causas humanitárias. Parece piegas? Pois bem, não vai ter jeito mesmo, aceito ser taxado dessa forma por aquilo em que acredito.
Apesar de tudo isso e de todas as possibilidades que a vida nos oferece para que façamos diferença na nossa passagem por esse mundo, devemos sempre saber que não somos mais do que uma brisa passageira. Mas por mais que não tenhamos o controle sobre quando as cortinas do espetáculo vão se fechar, precisamos fazer o melhor que pudermos para deixarmos uma boa contribuição para o mundo onde vivemos.
Bom, é desse jeito que eu curto a vida! Sou apaixonado pela liberdade, pelas pessoas lindas de tão legais que são, pelas belezas naturais do nosso planeta, por esportes, música (ah e como gosto de música!), e já que tudo isso acontece de forma extremamente intensa num mochilão…
…sou um mochileiro sem fronteiras!
Data de Nascimento: 08/06/84
Banda Preferida: United Music Australia
Países Mochilados:
Grécia, Itália, Vaticano, Austria, República Tcheca, Alemanha, França, Espanha, Marrocos, Inglaterra, País de Gales, República da Irlanda, Irlanda do Norte, Escócia, Argentina e Chile.
Bebida: Sucos em Geral
Comida: Sem reservas! Como qualquer coisa
Uma música: Cruisin’ Together
Depois falo mais algumas coisas…





